HabilidadeDepende do município

Redação de memorial descritivo

Escreve e confere os textos que descrevem um empreendimento, do memorial de projeto ao texto de venda.

Depois de instalada, a habilidade é carregada sozinha quando a conversa combina. Você também pode chamá-la pelo nome.

Para que serve

O que faz

Classifica qual espécie de texto está sendo escrita e o que ela vincula. Monta uma conta única do empreendimento, mais longa do que qualquer versão que será usada. Confere cada afirmação contra o desenho e a especificação, separando fato de intenção. Recorta as versões curtas dessa conta, em vez de reescrevê-las. Relata primeiro o que contradiz algo já escrito ou já registrado.

O que não faz

  • Não lê nem interpreta o texto de norma, lei ou instrução técnica. Ela pergunta quais instrumentos regem o caso e trabalha com o que você informar.
  • Não faz análise de terreno, estudo de partido nem verificação de projeto. Usa o que já existe desses trabalhos como insumo.
  • Não confere duas versões de um mesmo documento palavra a palavra. Ela verifica coerência entre textos de espécies diferentes sobre o mesmo empreendimento.
  • Não calcula áreas, quadros nem custos, e não substitui o trabalho de quem elabora as peças de incorporação.
  • Não empresta voz institucional ao escritório. O texto sai neutro; o ajuste de voz é decisão de quem publica.
  • Não decide nada. Produz insumo de texto. A premissa, a especificação, a vida útil de projeto declarada e a assinatura são do responsável técnico de cada disciplina, com RRT ou ART própria.

O que você precisa antes de começar

  • O desenho: pranchas, plantas, cortes, ou o modelo de onde eles saem.
  • A especificação e as premissas já fixadas pelos responsáveis técnicos.
  • O que já foi escrito sobre este empreendimento, e para quem foi.
  • O município, o estado e os órgãos envolvidos na aprovação e no licenciamento.
  • Quem pediu o texto, para quê, em que extensão e até quando.

Ficha técnica

Entradas
Texto colado · PDF · Documento Word · Imagem de prancha
Saída
Texto na espécie pedida, recortado de uma conta única do empreendimento, com a lista do que contradiz algo já escrito ou já registrado.
Para quem é
Arquiteto · Engenheiro · Construtora · Incorporadora · Projetista complementar
Etapa do empreendimento
Projetos · Marketing e Vendas
Âmbito
Depende do município
Camada normativa
1 — Estrutural
Normas citadas
Lei nº 4.591/1964 · ABNT NBR 12721 · ABNT NBR 15575

Teste em 30 segundos

Entregue um memorial antigo e a prancha atual e confira se as divergências entre os dois são relatadas antes do texto novo.

O conteúdo


name: redacao-de-memorial-descritivo description: "Escreve os textos que descrevem um empreendimento: memorial descritivo de projeto, peça descritiva para aprovação, memorial de incorporação, texto de site, de prêmio e de relatório do cliente. Classifica antes de tudo a força vinculante do texto e confere cada afirmação contra o desenho e a especificação. Use SEMPRE que o usuário pedir para escrever, redigir, revisar ou encurtar memorial descritivo, memorial de projeto, memorial justificativo, peça descritiva, descrição do empreendimento, texto de apresentação do projeto, texto para prêmio ou para o site do escritório; quando disser 'preciso de um memorial', 'escreve a descrição desse projeto', 'a prefeitura pediu memorial', 'monta o memorial de incorporação', 'preciso de um parágrafo sobre a obra', 'adapta esse memorial para o prêmio', 'confere se o memorial bate com o projeto'; ou quando entregar prancha, especificação, memorial antigo ou material de venda pedindo redação, revisão ou verificação de coerência."

Redação de memorial descritivo e demais textos do projeto

O mesmo empreendimento é descrito por escrito cinco ou seis vezes: o memorial descritivo de cada disciplina, a peça que acompanha o projeto legal na prefeitura, o texto que vai ao corpo de bombeiros, o memorial de incorporação registrado em cartório, o material de venda, o texto do site e o parágrafo do prêmio. Cada um costuma ser escrito do zero, por pessoas diferentes, em momentos diferentes.

As divergências entre eles não ficam onde nasceram. Elas reaparecem na nota de exigência da análise, na vistoria de entrega, no laudo de desempenho e na reclamação do adquirente, e nesse momento quem responde é quem assinou. Esta habilidade existe porque descrever um projeto no Brasil não é tarefa de redação: é tarefa de coerência entre documentos com forças jurídicas diferentes.

O que esta habilidade faz

Classifica qual espécie de texto está sendo escrita e o que ela vincula. Monta uma conta única do empreendimento, mais longa do que qualquer versão que será usada. Confere cada afirmação contra o desenho e a especificação, separando fato de intenção. Recorta as versões curtas dessa conta, em vez de reescrevê-las. Relata primeiro o que contradiz algo já escrito ou já registrado.

O que ela não faz

  • Não lê nem interpreta o texto de norma, lei ou instrução técnica. Ela pergunta quais instrumentos regem o caso e trabalha com o que você informar.
  • Não faz análise de terreno, estudo de partido nem verificação de projeto. Usa o que já existe desses trabalhos como insumo.
  • Não confere duas versões de um mesmo documento palavra a palavra. Ela verifica coerência entre textos de espécies diferentes sobre o mesmo empreendimento.
  • Não calcula áreas, quadros nem custos, e não substitui o trabalho de quem elabora as peças de incorporação.
  • Não empresta voz institucional ao escritório. O texto sai neutro; o ajuste de voz é decisão de quem publica.
  • Não decide nada. Produz insumo de texto. A premissa, a especificação, a vida útil de projeto declarada e a assinatura são do responsável técnico de cada disciplina, com RRT ou ART própria.

O que você precisa ter antes de começar

  • O desenho: pranchas, plantas, cortes, ou o modelo de onde eles saem.
  • A especificação e as premissas já fixadas pelos responsáveis técnicos.
  • O que já foi escrito sobre este empreendimento, e para quem foi.
  • O município, o estado e os órgãos envolvidos na aprovação e no licenciamento.
  • Quem pediu o texto, para quê, em que extensão e até quando.

Procedimento

1. Classificar a espécie e a força vinculante

Esta é a primeira pergunta e ela trava o resto. Antes de escrever uma linha, estabeleça em qual destas quatro categorias o texto pedido se enquadra. A resposta muda o que pode ser dito, não apenas o tom.

Espécie Quem lê e o que pode fazer O que uma afirmação falsa custa
Memorial descritivo de projeto, por disciplina Contratante, demais projetistas, construtora e, depois, quem apura falha de desempenho. Registra premissas, especificações e vida útil de projeto Premissa errada aqui reaparece em laudo e alcança o responsável técnico que assinou
Peça descritiva para aprovação e licenciamento Analista da prefeitura, do corpo de bombeiros, do órgão ambiental e das concessionárias. Pode exigir, indeferir ou arquivar Divergência entre texto e prancha gera exigência. Repetida, atrasa o alvará
Memorial de incorporação e material de venda Cartório de registro de imóveis, adquirente e, se houver litígio, o Judiciário. Regido pela Lei 4.591/1964, com os quadros da ABNT NBR 12721 Vincula a entrega. O que foi descrito e o que foi anunciado integram o que se prometeu entregar
Texto institucional: site, prêmio, imprensa, relatório do cliente Público, júri, jornalista, conselho do cliente. Não pode recusar nem exigir Não vincula por si. Mas contradiz os três anteriores e, contradizendo, vira prova contra eles

Se o usuário não souber dizer em qual categoria o texto se enquadra, pergunte quem vai ler e o que essa pessoa pode fazer com o documento. Não escreva antes de ter essa resposta. Um texto escrito para a categoria errada é a causa mais comum de memorial que não serve.

Quando o pedido cobrir mais de uma espécie, trate todas na mesma conta única, mas marque desde já que os recortes têm regras diferentes de admissão.

2. Levantar o que já foi dito por escrito

Pergunte, e registre em lista:

  1. O que já foi protocolado em prefeitura, bombeiros ou órgão ambiental sobre este empreendimento.
  2. O que foi registrado em cartório, se houver incorporação.
  3. O que está publicado: site, material de venda, redes, imprensa.
  4. O que foi entregue ao cliente por escrito: relatório, ata, apresentação.
  5. O que não pode ser dito: sigilo contratual, valor não acordado, decisão ainda em negociação, sensibilidade do cliente.

O que está protocolado ou registrado é o piso. Nenhuma versão nova pode contradizê-lo sem que a contradição seja apontada antes de o texto sair.

3. Montar a conta única, em ordem fixa

Escreva a conta completa, mais longa do que qualquer versão que será usada. Nesta ordem:

  1. O que é. Uma frase: uso, porte, onde, para quem. Sem adjetivo.
  2. O que foi pedido. Programa de necessidades e restrições, inclusive as incômodas.
  3. O que o terreno e o entorno decidiram. Condições de exposição, vizinhança, infraestrutura disponível, riscos previsíveis.
  4. O que rege. Município, estado para a trilha de bombeiros, órgão ambiental, concessionárias, e as normas técnicas aplicáveis por disciplina. Nomeie os instrumentos. Não escreva valores.
  5. A ideia organizadora, em uma frase, se houver. Se não houver, descreva o que de fato organiza o projeto. Não invente uma para o texto.
  6. Como a ideia resolve as partes incômodas do item 2. Esta é a seção que convence e é a que mais some das versões curtas.
  7. Do que é feito, e por quê. Sistema construtivo e especificação como decisão, não como lista de produtos.
  8. Desempenho e vida útil de projeto. O que foi adotado, por quem, e com que base. Escreva apenas o que o responsável técnico fixou.
  9. O que este leitor vai perguntar. Acessibilidade, saídas de emergência, permeabilidade, vagas, vizinhança, consumo, custo, prazo. Varia por leitor.
  10. O que ainda não está resolvido, quando o leitor tem direito de saber.
  11. Quem assina. Responsável técnico de cada disciplina, com RRT ou ART.

4. Conferir cada afirmação contra o desenho

Este é o passo que separa memorial de peça de marketing. Percorra frase a frase tudo que afirma alguma coisa: que um espaço é amplo, que um percurso é direto, que um material é durável, que a unidade é silenciosa, que a fachada tem proteção solar, que a garagem comporta determinado veículo.

Afirmação Onde no desenho ou na especificação Verdadeira como está desenhado? Vincula a entrega?

Cada afirmação está visível no desenho ou na especificação, ou não está. O que não está e mesmo assim deve constar entra marcado como intenção, dito no próprio texto como intenção.

Toda afirmação em grau superlativo é sinalizada. Em texto que vincula a entrega, superlativo sai.

Quando a afirmação depender de valor de norma, a habilidade não o afirma por conta própria. Sem norma, item e data de verificação, escreva "não verificado" e pare naquele item.

5. Tratar desempenho e vida útil como obrigação

Em empreendimento habitacional, os modelos setoriais de memorial organizam a declaração de requisitos de desempenho e de vida útil de projeto. Uma declaração dessas não é atributo comercial: é obrigação assumida.

Pergunte, para cada sistema que o texto mencionar, qual vida útil de projeto foi adotada e quem a fixou. Se a resposta não existir, o texto não declara nenhuma. Não deduza a partir do material especificado.

A seção "Modelos setoriais de memorial descritivo", ao final desta habilidade, traz a estrutura de seções por disciplina, a entidade responsável, a edição e a data de verificação.

6. Recortar as versões da conta única

Para cada versão pedida, recorte. Nunca reescreva do zero.

Versão Leitor O que ele pode fazer Seções mantidas Abre com

Recortes usuais:

  • Projeto legal e alvará. Seções 1, 2, 3, 4, 9, 11. Abre pelo enquadramento urbanístico e pelo que o analista precisa localizar.
  • Segurança contra incêndio. Seções 1, 4, 7, 9, 11, com o conteúdo voltado ao que a análise do corpo de bombeiros examina.
  • Memorial de disciplina. Segue a estrutura do modelo setorial daquela disciplina, alimentada pelas seções 2 a 8 e 11.
  • Incorporação e material de venda. Somente o que está desenhado e especificado. Nenhuma intenção, nenhum adjetivo, nenhum item marcado como não verificado no passo 4.
  • Prêmio e publicação. Seções 1, 5, 6, 7. Abre pelo que o projeto tem de distinto.
  • Site e relatório do cliente. Seções 1, 3, 7. Abre pela experiência do lugar.
  • Um parágrafo. Seções 1 e 5, nada mais.

Manter todas as versões recortadas da mesma conta é o que impede que elas se contradigam, e é a razão inteira de trabalhar assim.

7. Ler como três leitores

Antes de entregar, releia o texto três vezes, assumindo cada papel:

  • Quem pode indeferir. Qual é a frase mais frágil, e o texto finge que ela não existe?
  • Quem não participou do projeto. Há jargão, sigla não explicada, referência a uma decisão que essa pessoa nunca soube que foi tomada?
  • Quem compra ou contrata. Alguma coisa dita aqui vira obrigação que ninguém assumiu? Algo sobre orçamento, prazo ou negócio do cliente foi dito sem acordo?

8. Resultado

Entregue nesta ordem:

  1. Contradições com o que já foi protocolado, registrado ou publicado. Primeiro item do relatório, sempre.
  2. Afirmações não verificadas, com a indicação de onde faltou desenho, especificação ou dado do responsável técnico.
  3. A conta única completa.
  4. As versões recortadas, com a tabela de recorte.
  5. A tabela de conferência do passo 4.

Pergunte onde gravar e mantenha a conta única. O próximo pedido de texto sobre este empreendimento é recortado dela também.

Regras de execução

  • Classifique a espécie e a força vinculante antes de escrever. Sem essa resposta, pare e pergunte.
  • Nunca escreva uma versão do zero. Toda versão é recorte da conta única.
  • Toda afirmação resolve em algo desenhado ou especificado, ou é declarada como intenção no próprio texto.
  • Nunca invente ideia organizadora para o texto.
  • Nenhum valor de norma é afirmado sem norma, item e data de verificação. Faltando qualquer um, escreva "não verificado" e pare naquele item.
  • Busca na internet serve para descobrir qual norma ou lei rege o assunto e se houve revisão. Não serve para extrair o valor.
  • Exigência municipal, instrução técnica estadual, roteiro de órgão ambiental e exigência de cartório ou de agente financeiro são sempre perguntados ao usuário. Nunca presumidos.
  • Nunca declare vida útil de projeto, nível de desempenho ou premissa que o responsável técnico não tenha fixado.
  • Em texto que vincula a entrega, superlativo e adjetivo saem.
  • Nunca contorne uma fragilidade com redação. Nomeie ou deixe de fora.

Erros que esta habilidade evita

  • Escrever a peça de aprovação e o texto do prêmio em momentos separados, e descobrir a divergência quando alguém a usa contra o projeto.
  • Deixar adjetivo de material de venda entrar no memorial de incorporação.
  • Trocar decisão por adjetivo: "ampla área de lazer" no lugar do que foi desenhado.
  • Cortar as restrições incômodas, que são justamente o que torna a solução legível para quem analisa.
  • Conceito inventado depois do projeto pronto, para dar unidade ao texto.
  • Falar de orçamento, prazo ou negócio do cliente sem acordo dele.
  • Tratar desempenho como selo de qualidade, quando o memorial declara obrigação.
  • Copiar seção inteira de modelo setorial sem verificar se aquele item existe neste projeto.
  • Escrever para um leitor que não pode fazer nada, quando o leitor real pode indeferir.

Modelos setoriais de memorial descritivo

Referência de estrutura, não de conteúdo normativo. Diz quais seções um memorial de cada disciplina costuma ter e quais normas o próprio modelo declara como aplicáveis. Nenhum valor de norma entra aqui.

Os modelos abaixo integram a plataforma Manuais de Escopo, coordenada pelo Secovi-SP com apoio técnico do SindusCon-SP e participação das entidades representativas do setor de projeto, sob coordenação técnica de Maria Angelica Covelo Silva. Todos declarados como 1ª edição, janeiro de 2019, para empreendimentos imobiliários habitacionais, com a ABNT NBR 15575 como norma de referência. Verificado em 2026-09-12, em manuaisdeescopo.com.br/memoriais. Confirme se houve edição posterior antes de usar.

Estrutura comum às disciplinas de arquitetura, acústica, instalações elétricas, instalações hidráulicas, paisagismo e vedações verticais:

  1. Introdução
  2. Ficha técnica do empreendimento
  3. Escopo de contratação do projeto
  4. Dados do terreno e entorno
  5. Programa de necessidades e diretrizes definidos pelo contratante
  6. Atendimento às leis e normas técnicas aplicáveis
  7. Premissas específicas de projeto
  8. Especificações sob a responsabilidade daquela disciplina
  9. Vida útil de projeto
  10. Alterações de projeto e especificações
  11. Anexos

Diferenças por disciplina:

Disciplina O que muda em relação à estrutura comum
Arquitetura Sem seção própria de programa de necessidades
Acústica Acrescenta "condições de execução de obra" antes da vida útil de projeto
Instalações elétricas e hidráulicas Acrescentam três seções de execução: orientações para contratação da empresa executora, orientações para fiscalização dos serviços e acompanhamento da execução
Paisagismo e vedações verticais Sem ficha técnica e sem programa de necessidades. Começam no escopo de contratação
Contenções e fundações Estrutura própria, listada abaixo
Estruturas Não verificada. A plataforma remete o download ao site da ABECE e não expõe o sumário. Obtenha o documento na origem antes de usar

Contenções e fundações, estrutura própria: introdução; informações básicas do empreendimento; escopo de contratação; dados do terreno e entorno com condições de exposição e riscos previsíveis; atendimento às leis e normas; documentos de projeto recebidos do cliente; planejamento da investigação do solo; dados do projeto de estruturas e análise da interação; memória descritiva e justificativa dos sistemas; especificações; orientações para contratação; orientações para planejamento da execução; orientações para fiscalização; acompanhamento da execução de obra; alterações; anexos.

Normas que cada modelo declara como aplicáveis: ABNT NBR 15575 em todos. Além dela, ABNT NBR 9050 e 9077 em arquitetura, elétricas, hidráulicas e vedações; ABNT NBR 10152 e as séries ISO 12354, 10140 e 717 em acústica; ABNT NBR 14718, 16071 e 7199 em paisagismo; ABNT NBR 14432 em vedações; manual da ABEF em contenções e fundações. Confirme vigência e edição antes de citar qualquer uma em documento assinado.

Instrumentos que regem cada espécie de memorial, sem nenhum valor:

Espécie Instrumento Verificado em
Memorial de incorporação imobiliária Lei nº 4.591/1964 2026-09-12
Quadros de áreas e custos da incorporação ABNT NBR 12721 2026-09-12
Desempenho e vida útil de projeto em edificação habitacional ABNT NBR 15575 2026-09-12
Projeto legal, alvará e habite-se Código de obras e lei de uso e ocupação do solo do município Varia. Sempre perguntado
Segurança contra incêndio e pânico Instrução ou norma técnica do corpo de bombeiros do estado Varia. Sempre perguntado
Licenciamento ambiental Órgão ambiental municipal ou estadual, conforme porte e atividade Varia. Sempre perguntado

As três últimas linhas não têm data por natureza: são variáveis e nunca devem ser presumidas. Pergunte qual município, qual estado e qual órgão, e trabalhe com o que o usuário informar.

Caso-teste

Edifício residencial de 18 unidades em Belo Horizonte, incorporação já registrada em cartório. O cliente pede dois textos: um parágrafo para o site do escritório e o memorial descritivo de arquitetura do projeto. O material de venda já publicado diz "varanda gourmet com churrasqueira em todas as unidades". As pranchas mostram churrasqueira apenas nas unidades de cobertura.

Resultado esperado: a habilidade classifica os dois textos em espécies distintas, identifica que o material de venda contradiz o desenho, relata essa contradição como primeiro item, marca a afirmação sobre churrasqueira como não verificada para o texto do site, e recusa-se a repeti-la em qualquer versão até que o responsável técnico esclareça qual das duas descrições corresponde ao projeto. Se apenas reescrever bonito o parágrafo do site, a habilidade não está funcionando.

O que vai para o seu assistente

  • redacao-de-memorial-descritivo/SKILL.md18,3 kB
  • redacao-de-memorial-descritivo/memoriais-setoriais.md8,9 kB
  • 2 arquivos9,9 kB

Categoria: Documentação TécnicaTags: memorial descritivo, incorporação, peça descritiva, redação, NBR 15575Versão: 1.0Origem: OriginalAtualizado em 13/09/20261 downloads

Estas ferramentas apoiam profissionais habilitados e não substituem o responsável técnico, o projeto aprovado nem o órgão competente. A saída de um modelo de IA pode estar errada: confira contra a norma vigente, a legislação do município e o texto oficial do documento. Quem assina a ART ou o RRT responde pelo resultado.